Blog Universo Sertanejo

Arquivo : bruno e marrone

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André Piunti

Quando elogio Bruno e Marrone aqui, sempre aparece alguém dizendo que é exagero ou que eu defendo a dupla até demais, mas há momentos em que não dá pra não exaltar o tamanho deles.

O vídeo abaixo é do Bruno. Foi gravado no estúdio “VIP”, do Dudu Borges, antes da gravação do novo DVD. Era a primeira vez que o Bruno cantava “Eu não vou aceitar”. Ele não conhecia direito a letra e estava aprendendo a melodia.


Vidro Fumê
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André Piunti

Depois de fecharem mais um ano com uma música bem sucedida, “Eu não vou aceitar”, Bruno e Marrone começaram a trabalhar ontem uma nova canção: “Vidro Fumê”.

A música não é nem tão romântica nem tão agitada, é um meio termo que tem ficado difícil ultimamente de se acertar, o que parece ser o caso da “Vidro Fumê”.

Discutiu-se muito se não era melhor, a essa altura do campeonato, colocar “Sem Compromisso (Tcha tchara)” nas rádios, música bem mais “jovem” gravada ao lado do Michel Teló, e que é boa, apesar de não ser exatamente a cara da dupla.

Eu já havia postado “Vidro Fumê” no blog, uns dois anos atrás, com o Ricky Vallen, e comentei até que a música ficaria interessante no repertório do Leonardo.

A nova versão do Bruno e Marrone, feita pelo Dudu Borges, tem algumas diferenças grandes da original. A canção, que me parece ter uma chance muito grande de virar sucesso mesmo, pode ser conferida logo abaixo.


Paula Fernandes e Bruno e Marrone juntos em especial de fim de ano
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André Piunti

Na tarde desta sexta-feira, foi ao ar o último dos 3 especiais de fim de ano da Nativa FM. A parceria desta vez foi entre Paula Fernandes e Bruno e Marrone.

O UOL, com exclusividade, traz alguns dos melhores momentos desta parceria, e um deles é realmente muito bom mesmo (Pássaro de Fogo).

Abaixo, minha apresentação da etapa final dos especiais, que também tiveram parcerias entre Daniel e Eduardo Costa, e entre Leonardo e João Carreiro e Capataz.

O primeiro vídeo é o da minha apresentação que eu citei logo acima. O segundo, traz Paula Fernandes cantando Pássaro de Fogo junto com Bruno e Marrone.

 

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Paula, Bruno e Marrone cantando juntos: Dormi na Praça, Ainda ontem chorei de saudade e Tocando em Frente.


Bruno e Marrone no Danilo Gentilli
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André Piunti

Na última semana, Bruno e Marrone foram entrevistados pelo Danilo Gentilli.

Como é do perfil do programa, o papo foi basicamente só besteira, e pelas risadas vale a pena assistir mesmo.

A entrevista está toda abaixo. A única parte que não está presente neste vídeo é a segunda música que eles tocaram, “Eu não vou aceitar”.


Pra quem é fã de Bruno e Marrone
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André Piunti

No ano de 2006, o até então desconhecido produtor Dudu Borges (Jorge e Mateus, Michel Teló, João Bosco e Vinícius…) teve uma oportunidade de ouro: produzir uma música para o novo trabalho de Bruno e Marrone.

Indicado pelo amigo Michel Teló, Dudu ficou responsável pelo arranjo de “Não posso ter medo de amar”, canção que fez parte do DVD gravado em Goiânia e que por forças do destino, tornou-se uma das músicas de trabalho do projeto.

Acontece é que a versão que nós conhecemos é um pouco diferente da criada pelo produtor e aprovada pela dupla.

Hoje trago aqui a original, e sei que praticamente todo fã de Bruno e Marrone vai preferir (particularmente, gostei muito).

O arranjo original era mais pesado, e havia uma presença mais forte dos vocais de apoio. No momento em que foi gravada no DVD, pra se adequar ao restante do trabalho, a música acabou ficando mais “amena” de uma forma geral.

Abaixo, a primeira versão do arranjo. Em seguida, a que nós conhecemos. Escolhi postar o vídeo pelo fato de a interpretação ter sido algo impressionante.

*A versão do Dudu pode ser baixada aqui.

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Duas entrevistas para ver no fim de semana: Bruno e Marrone e Rolando Boldrin
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André Piunti

Aproveitando o feriado de sexta e o fim de semana, publico duas entrevistas interessantes veiculadas na TV nos últimos dias.

A primeira delas é a de Bruno e Marrone no programa da Marília Gabriela.

A outra entrevista é de Rolando Boldrin no Jô. Ótima entrevista, repleta de histórias boas. Boldrin lembra também de algumas brincadeiras de Jararaca e Ratinho levaram a dupla à prisão por diversas vezes, por conta da censura.


“Gravei sozinho pra mostrar pros engraçadinhos que eu também canto”, diz Marrone
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André Piunti

No mês de setembro, chegou às lojas o CD/DVD “Pela Porta da Frente”, do Bruno e Marrone.

Com participações de Michel Teló, Jorge e Mateus e George Henrique e Rodrigo, o projeto tem nome de uma canção antiga da dupla, e ainda traz Marrone cantando a primeira parte de “24 horas de amor” sozinho.

Em 5 anos de blog, tudo o que se falou de Bruno e Marrone deu discussão, muito provavelmente por todas as gerações, até os mais novos, se sentirem mais “entendidos” de Bruno e Marrone, já que apesar de não ser exatamente recente, o sucesso deles já é dos anos 2000.

Nos últimos anos, em meio a ascensão da nova turma de cantores sertanejos, a dupla correu pra se adaptar, e a adaptação não foi das mais fáceis e nem das mais elogiadas.

Após o criticado-jovem “Sonhando”, veio o “Juras de Amor”, que se não voltou 10 anos atrás, ao menos teve mais a cara de Bruno e Marrone.

Na semana passada, conversei com a dupla, inclusive com o Marrone, que não costuma falar tanto nas entrevistas. A conversa pode ser conferida abaixo.

Vocês sempre foram muito bem em DVD’s. Discute-se um detalhe ou outro, mas todos são considerados de bom pra cima. O “Pela Porta da Frente” mantém o padrão alto?

Marrone: O repertório tá muito bacana. Foi feito com calma e sem preocupação. Nós pegamos coisas do momento e misturamos com coisas nossas do passado. Pela experiência, sabemos que não pode fugir muito do que é Bruno e Marrone, tanto que pegamos algumas coisas passadas fortíssimas. Tem um grande diferencial sempre que é a voz do Bruno, isso conta muito. Do que a gente escolheu pro momento, tem a parceria com o Michel Teló, que é mais uma brincadeira, e tem a participação do Jorge e Mateus, de quem a gente gosta muito e que são nossos fãs também. A “Não vou aceitar” em pouco tempo já virou uma das mais tocadas do país, é uma das músicas fortes do DVD.

Bruno: Eu acho que a gente conseguiu atingir o nosso objetivo. Gravar Bruno e Marrone com uma pitada do novo. Quem comprar esse DVD vai gostar do vídeo, do áudio e do repertório. Claro que não vai agradar todo mundo, todo mundo tem consciência disso, mas com certeza é um trabalho muito bem feito.

Pela primeira vez, o Marrone gravou uma música, “24 horas de amor”, fazendo a primeira voz. De onde veio a ideia?

Marrone: Essa música eu sempre gostei de cantar. Pra diferenciar um pouco, como a gente já fez tudo o que tem direito, a gente decidiu que eu ia cantar a primeira parte. E tem outra coisa também. Serviu pra mostrar pra muita gente que o Marrone também canta. Quem entende de música, sabe do meu trabalho, cantei sozinho no DVD também pra mostrar pros engraçadinhos que eu também canto. (a canção pode ser ouvida no tocador abaixo).

Os problemas do ano passados, que começaram com o acidente e resultaram no seu afastamento do palco, foram superados?

Marrone: Graças a Deus hoje tá tudo bem. O ano passado foi complicado por vários motivos, e principalmente foi chato o povo falar que a gente ia acabar, ia separar. A gente foi na TV, explicou que não tinha nada a ver com separação, mas mesmo assim, por maldade, falavam que a dupla ia acabar. Só cascata, mentira. Depois das dificuldades que eu passei, hoje nós estamos muito mais unidos e muito mais felizes.

Vocês já passaram da marca de uma década fazendo sucesso, são praticamente 11 anos no primeiro escalão da música sertaneja. Como se faz pra conseguir isso e não ser engolido por uma nova geração?

Bruno: A época que a gente surgiu foi meio que um divisor de águas. Teve o pessoal dos anos 1990, teve o Rionegro e Solimões no finalzinho da década e aí veio a gente. Nós meio que lançamos esse negócio do jovem gostar de música sertaneja, essa coisa do jovem sair da faculdade de ir pro show. Tanto que muita gente que faz sucesso hoje, o Michel, Luan, Jorge e Mateus, citam a gente como referência.

Mas se manter, se colocar no mercado, é muito dificil. A gente sabe que o que tá rolando hoje tem menos qualidade, mais ritmo que letra, quanto mais fácil melhor. É complicado decidir o que fazer, pra qual caminho ir.

Marrone: Nossa trajetória acho que pesa muito. É um conjunto de coisas. Nós sempre trabalhamos muito, as pessoas que trabalham com a gente nunca se acomodaram, sempre foram pra cima dos problemas. Nós até hoje arregaçamos a manga e enfrentamos tudo, somos jovens, a voz do Bruno tá cada vez melhor, então continuamos enfrentando os desafios como sempre fizemos. Eu acredito que esse seja um dos principais motivos pra gente estar nesse patamar até hoje. Em 26 anos de carreira acontece muita coisa, e a gente usa essa experiência pra não repetir os erros.

Vocês hoje formam uma dupla estabilizada, consagrada, mas mesmo com todo o respeito conseguido, o penúltimo CD de vocês, “Sonhando”, foi muito criticado por ter uma linguagem voltada para o novo sertanejo. Foi um erro?

Na verdade eu acredito que a gente arriscou na hora certa. A gente tava no meio de um turbilhão, uma guerra e ninguém sabia o que fazer. Era música diferente de todo lado e muita gente ficou perdida. Eu tava sem produtor, quem produzia era o Kwen, que trabalha com a gente, mas era eu quem mandava. Aí junta com o escritório querendo algo mais “pra frente”, e eu tendo que aceitar mesmo sem querer.

Quando a gente trouxe o Dudu (Borges, produtor), as coisas mudaram bastante. Ele serviu como filtro, foi o cara que falava “isso pode”, “isso não pode”. A gente precisava de alguém assim. Eu confesso que sou meio molão pra essas coisas, eu gosto do que todo mundo gosta, então não sou a melhor pessoa pra discutir essas coisas. Ele voltou a dar uma cara de Bruno e Marrone pra dupla, e pra gente cantar esse estilo mais nosso é a coisa mais fácil e prazerosa do mundo.

Quem acompanha a fundo a música sertaneja, diz que você é, sem muita discussão, uma das maiores vozes que nós já tivemos. Como você vê isso?

Bixo, tem muita gente muito boa, o que varia é mais o estilo. O Xororó, o Zé Rico, o Matogrosso… Eu não penso nisso e nem quero pensar, prefiro que as pessoas fiquem com essa discussão. Mas eu fico feliz, claro.

É raro o cantor sertanejo com bastante estrada que não tenha tido algum problema nas cordas vocais. O que você faz pra conseguir manter a voz com qualidade depois de 26 anos cantando profissionalmente?

Você deve saber que, na verdade, o grande lance da voz é a forma de cantar, aquele papo de cantar com técnica. Quando a gente cantava em bar, tinha dia que era 4 ou 5 horas de música, e eu acabei tendo que ir numa fono, então eu aprendi a técnica lá no começo da carreira. Tenho 43 anos e não tenho problema, devo isso a ter aprendido a cantar direito lá atrás.

E o personagem do “Pânico”, Marrone?

Rapaz, acho bacana demais. Fazem isso porque me admiram, o menino que me imita (Guilherme Santana) é fã da gente, e ele achou que o personagem podia ser popular e dar certo. É legal ser lembrado sem ser por coisa negativa.

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Sobre o novo DVD, eles foram unânimes em escolher a música preferida: o bolero “Sem ninguém me ver chorar”, composição do Bruno e do Felipe.


E o Marrone fez a primeira voz. Confira.
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André Piunti

Saiu na semana passada o CD e o DVD da dupla Bruno e Marrone. Até o final da semana, deve chegar na maior parte das lojas. O legal é que o DVD já foi lançado junto, então não fica aquele tempo à toa entre os dois lançamentos.

Como já bastante noticiado, o projeto contou com a participação de Jorge e Mateus, Michel Teló e George Henrique & Rodrigo.

Escolhi três músicas pra colocar aqui, pra não estragar a surpresa de quem ainda não tem o novo trabalho.

Abaixo, tem Marrone fazendo a primeira voz em “24 horas de amor”, tem a parceria da dupla com Jorge e Mateus, na música “Pela porta da frente”, e tem também um pot-pourri de “Esqueci” e “Amor a três”, canção do Chitãozinho e Xororó.

Como eu já comentei mais de uma vez, acho que o disco chega pra facilmente pra concorrer como o melhor do ano, apesar de trazer várias regravações.

Confesso que vale muito a pena ouvir as três.

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Zezé e Luciano, Bruno e Marrone, Victor e Leo… na abertura da Copa?
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André Piunti

Saiu uma matéria interessante ontem no UOL, a respeito da música tema da Copa de 2014 e da abertura do evento, que acontecerá no Brasil.

De acordo com o texto, pelo fato de a Sony Music ser patrocinadora da Fifa, a gravadora tem prioridade na escolha do artista (ou dos artistas) que gravarão o tema oficial da Copa do Mundo.

A matéria ainda diz que a Sony tem o poder de decidir não só quem interpretará o tema, mas também de escolher quem se apresentará na abertura da Copa e nos shows que acontecerão em eventos da Fifa durante a competição.

A Sony Music tem nas mãos, atualmente, cinco grandes nomes sertanejos: Zezé di Camargo e Luciano, Victor e Leo, Bruno e Marrone, Daniel e Eduardo Costa.

Quem quiser conferir quem são os artistas que a Sony tem hoje, pode clicar aqui. Roberto Carlos faz parte da gravadora, acho que ninguém duvida que ele terá um destaque especial.

A parceria da Fifa com a gravadora pode deixar a Ivete, que muitos consideram nossa maior cantora, de fora de qualquer evento ligado a Copa do Mundo, já que ela é artista da Universal Music.

Pra quem não tem ideia de como um tema oficial da Copa pode render, relembro abaixo a música que marcou o último mundial, realizado na África.