Blog Universo Sertanejo

Thiago decide se apresentar sozinho durante recuperação de Pedro

O cantor Thiago, parceiro de Pedro, voltará aos palcos sozinho enquanto Pedro se recupera.

A ideia de continuar cantando mesmo sem o parceiro já vinha sendo amadurecida há duas semanas, quando conversei com ele para uma entrevista aqui para o blog.

Na expectativa de que Pedro tivesse uma recuperação mais rápida, o cantor e seu empresário, Doriva Lobo, esperaram quase um mês pra tomar a decisão.

De acordo com Lobo, até sexta-feira será decidido onde acontecerá a primeira apresentação de Thiago.

Ainda segundo o empresário, a procura por shows está alta, mesmo os contratantes sabendo que só Thiago poderá estar presente.

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“Meu amor por ele só cresceu”, diz Bruno sobre Marrone após ano turbulento

Bruno e Marrone gravam, amanhã (17), o 6° DVD da carreira. A gravação acontece no “Espaço das Américas”, em São Paulo.

Com participações de Jorge e Mateus, Michel Teló e George Henrique e Rodrigo, a dupla volta a fazer um registro em vídeo após mais de três anos (em 2008, houve a gravação do “De Volta aos Bares”)

Conversei com o Bruno, ontem pela noite, e ele contou um pouco do novo projeto, de sua relação com Marrone após os acontecimentos turbulentos que marcaram a carreira da dupla em 2011, e da tranquilidade com a qual eles encaram a atual situação da dupla no mercado.

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No que consiste o projeto do novo DVD?

O DVD é bastante variado, tem muita coisa bacana. São 6 ou 7 inéditas, algumas do último disco, “Juras de Amor”, algumas do CD “Sonhando”, e outras mais antigas que a gente resolveu resgatar, que a gente acabou não regravando em outros discos. Tem coisa do CD “Acorrentado em Você”, coisas mais pra trás. Vou fazer um pot-pourri de “Esqueci”, música antiga nossa, com “Amor a três”, do Chitãozinho e Xororó, música que eu gosto demais. As regravações vão ganhar arranjos novos, vai ter um estilo mais novo, mas de um jeito bom, de um jeito positivo.

E as participações?

George Henrique e Rodrigo são os meninos do nosso escritório, que tão indo bem demais, e que vão participar lá com a gente. Vai ter a participação do Jorge e Mateus também, que são dois caras que gostam muito da gente e de quem a gente gosta muito. Hoje eles são a maior dupla do Brasil, que mais faz show, que mais roda o país. Gosto muito porque eles são muito centrados no trabalho, muito humildes, e também a presença deles engrandece bastante nosso DVD, claro que a gente pensa nisso também.

O Michel Teló está confirmado?

Cara, a gente tentou de todo jeito fazer com que ele cantasse ali, mas ele tem show em Franca e não vai dar pra ele cantar durante o DVD. Nós vamos gravar com ele algumas horas antes, tipo 8 da noite, ainda sem público, mas tá confirmado, ele é uma das participações.

Em 2011, apesar de vocês terem lançado um disco muito elogiado, o ano ficou marcado pelo acidente do Marrone e pelo consequente afastamento dele dos palcos. Vocês já viraram essa página do ano passado?

Rapaz, deu uma baixada na poeira, né? A verdade é que 2011 não foi um ano muito bom, mas eu prefiro enxergar como uma provação, e que graças a Deus deu tudo certo. O Marrone sofreu acidente, mas todos se recuperaram, o que não é fácil pra um acidente de helicóptero. Nós dois crescemos muito com tudo o que aconteceu. A gente tem que entender que o mal ta aí e a gente precisa se proteger, vigiar, e acreditar que somos capazes de superar as coisas ruins.

Seu relacionamento com o Marrone mudou?

O nosso relacionamento atualmente é o melhor que a gente já teve. Eu nunca pensei de verdade em cantar sozinho, essa coisa nunca existiu, mas sem dúvida o susto no ano passado fez com que a gente se aproximasse demais. A gente pode brigar, discutir, mas separar a dupla é algo que nunca passou de verdade pela minha cabeça, mesmo porque eu via vários exemplos que deram errado e tinha cada vez mais certeza de que uma dupla recebe uma missão.

Eu acredito muito em missão, e sei que a minha é a de fazer sucesso com ele, de passar dificuldades com ele, sempre com ele. É como se fosse um carma, algo que não pode viver separado. Ele é alguem com quem eu quero estar junto, com quem eu me sinto bem. Não sei se precisávamos passar por isso, mas já que passamos, sei que é algo que vai marcar profundamente as nossas vidas e temos que tirar o máximo de coisas boas. Meu amor por ele só cresceu, sem dúvida.

As duas músicas trabalhadas do último CD foram muito bem, talvez até acima da expectativa. Vocês, enfim, estão tranquilos com a posição de vocês? Vocês conseguiram se desprender do mercado concorrido da música sertaneja e se posicionar como uma dupla de mais respeito?

Sinceramente, é o momento que eu tô mais tranquilo de toda minha carreira, com certeza, principalmente por ter passado por tudo o que a gente passou. Apesar dos problemas, nós tivemos um CD muito bem aceito, algo que nós gostamos mesmo de ter feito, e nós tivemos duas músicas que ficaram 3 meses como as mais tocadas do país (Juras de Amor e Já não sei mais nada). Tranquilo não quer dizer acomodado, porque a gente jamais pode acomodar, mas eu digo no sentido de feliz. Eu acredito muito no trabalho, e a gente nunca deixou de batalhar em nenhum momento. O mercado continua maluco, cada cidade que a gente vai, tem uma dupla diferente fazendo sucesso. Mas eu acho que de tanto buscar, nós conseguimos nos enquadrar sem deixar de ser Bruno e Marrone.

De duplas consagradas em outras gerações, vocês são os únicos que apostaram em um produtor mais novo que vocês (Dudu Borges), destaque entre as duplas novas. Essa foi uma das grandes sacadas pra dupla permanecer bem no mercado?

Acho que o que tem funcionado bem demais é o choque de informações, de gerações, isso é muito legal. É gostoso ver a quebra do nosso orgulho pra ouvir outra pessoa. Quando você põe no liquidificador as idéias dele, as minhas, as do Marrone e as do nosso escritório, o resultado sai muito bom. No fim, a gente agrada os públicos mais jovens, algo que na verdade nós começamos a fazer logo que estouramos, e ao mesmo tempo não decepcionamos nossos fãs mais fiéis.

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“As Mina Pira” no Fernando e Sorocaba?

Há uma música nova do Fernando e Sorocaba rolando desde ontem na internet que não faz parte do novo DVD e não teve lançamento oficial ou algo do tipo.

A canção se chama “As Mina Pira”, bordão praga no Facebook, que deu origem a inúmeras outras canções nos últimos meses (o Gusttavo Lima, inclusive, gravou uma no novo DVD), mas nenhuma ainda com grande repercussão.

A ideia não era de soltar a canção agora, já que a atual música de trabalho, “A Verdade”, acabou de estrear nas rádios. Mas passaram a música pra um, que passou pra outro, e aí…

Quem quiser baixar, pode clicar aqui enquanto ninguém fizer o favor de tirar do ar.

A música pode ser ouvida abaixo.

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E as duplas também não têm culpa?

Você que gosta de sertanejo, puxe na memória qual foi a última dupla a realmente ‘estourar’ no país.

A resposta geral deve girar em torno de Fernando e Sorocaba, entre 2009 e 2010. E depois?

Já vamos pra quase 3 anos que uma dupla não surge realmente com destaque nacional. Um hitzinho aqui, outro ali, mas nenhuma carreira foi para o topo nos últimos dois anos.

O espaço foi ocupado pelos solo, como já tratado em uma matéria aqui. Depois de Luan, vieram Gusttavo Lima, Paula Fernandes e Michel Teló.

Em meio a diversas ‘acusações’ de que o mercado se fechou e que só entra quem tem muito dinheiro, apontar o dedo para as duplas talvez funcione como um bom exercício de reflexão.

Sim, sem dinheiro é 99% impossível chegar ao topo, mas será que há alguma dupla desconhecida fazendo algo realmente diferente e comercial hoje?

Dezenas lembram Jorge e Mateus, outras dezenas seguem a mesma fórmula de Fernando e Sorocaba, algumas lembram João Bosco e Vinícius…

Além de ser melhor financeiramente investir em um artista solo, por conta da divisão financeira e da maior facilidade em lidar com uma pessoa do que com duas, os cantores solo estão levando vantagem no quesito ‘novidade’. Dos 4 solo citados acima, nenhum lembra o outro. São produtos novos que não se confundem, mais fáceis de vender. E ainda há a boa expectativa sobre o que Cristiano Araújo fará esse ano.

Há artistas cheios de capacidade que não chegam ao nosso conhecimento, mas talento também é conseguir fazer algo diferente e com apelo. Os artistas que estão lá em cima hoje conseguiram se diferenciar entre si, independentemente de se gostar ou não da música que eles fazem.

Além de haver uma série de produtos semelhantes, ainda surgiu recentemente a corrida por músicas-chiclete e por dancinhas do Neymar. Se a lição de casa for feita antes de se gastar dinheiro com uma música, vai se notar que o investimento nesse tipo de coisa não vale a pena, já que os exemplos que deram em nada são infinitamente maiores do que a meia dúzia que deu certo.

Há mercado, sim, pra muita gente, mas duas ou mais duplas semelhantes não vão conseguir ocupar o mesmo espaço. É uma questão até simples, mas que não se resolve com dinheiro.

Talvez o pensamento crítico geral, que vem condenando os empresários como principais culpados por reduzir o mercado a poucos nomes, esteja no rumo errado.

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Assine o mailing do Universo Sertanejo

Nas próximas semanas, coloco no ar um projeto antigo, um mailing exclusivamente sertanejo, para divulgar notícias e tudo mais que houver relacionado ao universo da música sertaneja.

Quem quiser receber periodicamente informações e promoções, é só deixar o email aí nos comentários abaixo.

O email de vocês não ficará visível, apenas eu terei acesso. Como os comentários são moderados, eu não vou liberar nenhum, vou apenas inserir o email de vocês no banco de dados que já está quase finalizado.

Em breve, falo aqui sobre o novo projeto.

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Israel Novaes e o arrocha nosso de cada dia

Israel Novaes, artista novato que começa a ganhar nome no estado de Goiás, carrega um slogan oportuno: “o cara do arrocha”.

Sábado, 12, ele gravou o primeiro DVD da carreira, em Goiânia. Na realidade, foi um DVD pensado de última hora, pra que suas músicas não comecem a andar sem sua imagem. A produção músical foi de Bigair Dy Jayme e a direção de vídeo de Anselmo Troncoso. Houve a participação de Maria Cecília e Rodolfo.

Quem ouviu o CD que ele soltou no início do ano, entende porque a aposta é alta, mesmo também sendo um CD feito rapidamente. De 15 músicas, a maioria de autoria do próprio cantor, ao menos metade vale a pena, o que é algo a se considerar, já que estamos mal acostumados a ouvir discos de uma música só.

Ritmo baiano que ganhou contornos sertanejos, o arrocha é a ‘moda’ do momento entre as duplas que buscam espaço, mesmo não sendo exatamente uma novidade entre os sertanejos. E que isso não seja encarado como uma crítica, já que é muito mais positivo um ritmo ser utilizado ao extremo do que inúmeras tentativas de hits fáceis que não ajudam nem as dupla, nem a música sertaneja

Os artistas do primeiro escalão não entraram de cabeça no arrocha ainda (apesar de “Nega”, do Luan), o que se por um lado pode ser uma defesa pra não embarcar no modismo e defender o estilo próprio, pode também fazer com que muitos corram atrás do prejuízo nos próximos trabalhos, se o ritmo atingir uma aceitação em escala maior.

Entre os arrochas que se destacam atualmente, “Sinal Disfarçado” é o que chama mais atenção por causa de sua repercussão, já que se trata de uma parceria de dois artistas em início de trabalho, Zé Ricardo e Thiago com o próprio Israel Novaes.

A questão da modinha incomoda mesmo, é visível um monte de gente correndo pra um mesmo lado vislumbrando o sucesso, mas não é por isso se deve pegar implicância com o ritmo.

Pra quem não conhece o cantor tema da matéria, é aquele mesmo da “Vem ni mim, Dodge Ram”. Não citei a canção até agora pelo fato de ela não ter nada a ver com o resto do trabalho dele, apesar de ser a principal responsável por fazer seu nome circular no início de carreira.

Entre as boas apostas de seu repertório, está “Depende”, que abriu o DVD.

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*Foto: Rubens Cerqueira

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Ah, Domingo…[52] – Especial Dia das Mães

No domingo de Dia das Mães, aproveito pra relembrar o programa que foi ao ar na última quarta-feira, a edição especial que eu fiz do Universo Sertanejo na Rádio UOL.

Foram 15 canções, das mais diferentes gerações, que trazem o tema “mãe”. Quem quiser ouvir o programa, pode clicar aqui.

Ainda aproveito pra deixar uma outra música, bem triste, que também que fala de mãe, e que não entrou na seleção do programa.

A canção se chama “Camisa Preta”, da dupla Tonico e Tinoco.

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Um pouco sobre o show de ontem

Leonardo

Leonardo

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Na noite de ontem (11), sexta-feira, Leonardo se apresentou no Credicard Hall, em São Paulo.

Havia grande expectativa para saber o que ele diria sobre o filho Pedro, já que o hospital deixou de divulgar boletins médicos diários no início da semana, a pedido da família.

Leonardo entrou no palco aparentemente não muito animado, mas seu semblante mudou ainda na primeira música, quando o cantor notou o comportamento do público. E o show seguiu em uma boa toada, com algumas pausas para as piadas e brincadeiras de costume.

Após a sexta música, Leonardo parou pra falar de Pedro, com parte da equipe médica do Hospital Sírio Libanês presente na plateia. Escrevi para o UOL sobre as declarações de Leonardo. O texto pode ser lido aqui.

Abaixo, segue um trecho do que ele disse durante o show de ontem.

“Hoje eu estou mais tranquilo, mais sorridente, porque as notícias são boas.

Disseram que eu não tinha que falar nada sobre o assunto, mas tenho que falar, por que não?

Eu tenho que agradecer as orações, a força positiva de vocês, porque eu tenho uma certeza… eu sei que os médicos fizeram o melhor possível, mas se não fosse a fé em Deus que eu tenho e que vocês têm, o nosso Pedrão não estava mais com a gente.

Muito obrigado a vocês, show de bola. Agora está nas mãos de Deus, pela medicina está tudo normal.

Hoje ele chutou com as duas pernas, já mexeu o braço… só falta driblar igual ao Neymar. Muito obrigado.”


Daí pra frente, Leonardo mesclou várias canções antigas com poucas novas, como “Baby, Fala Pra Mim, “Além do Sol, Além do Mar”, e “Beber, Beber”.

Das brincadeiras, compartilho duas: Leonardo disse que era “um prazer quase sexual” se apresentar aquela noite, logo após a segunda música.

Na parte final do show, o cantor também brincou que pretende tirar “Baby, Fala Pra Mim” do repertório, já que se trata de uma versão de um sucesso da Carla Bruni, esposa do ex-presidente francês Nicolas Sarkozy, derrotado nas eleições presidências na última semana. “O cara não consegue nem ganhar a eleição, não vou mais cantar também“.

Hoje, sábado, ele se apresenta novamente no Credicard Hall.

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Sobre Leonardo, oportunismo e algumas outras bobeiras ditas

Hoje e amanhã (11 e 12), Leonardo se apresenta em São Paulo, no Credicard Hall.

Haverá grande quantidade de veículos de imprensa, já que são os primeiros shows na capital que ele faz após o acidente com seu filho Pedro.

Depois de sua participação no Faustão, Leonardo apareceu menos. Falou com os repórteres na entrada do hospital, mas nada além de algumas curtas respostas. Ouviu seguidas críticas de que estava tentando se promover às custas da tragédia, revidou dizendo que se tratava de “maldade humana”, e aparentemente recuou.

E foi maldade. Quem conhece o mínino sobre o Leonardo sabe o quão absurda é a acusação de oportunismo. Das bobagens ditas, as campeãs eram sobre o fato de ele estar afastado da mídia, aproveitando o caso pra conseguir voltar.

Isso porque o Leonardo talvez seja o artista sertanejo mais bem sucedido de toda a história.

A participação no Faustão, sim, foi questionável, mas não por questões de oportunismo. O tom da conversa talvez tenha sido errado, e a mistura de “nova música de trabalho” com “estado de saúde do filho” acabou sendo indigesta. Saiu uma crítica sobre o caso, com a qual concordo, que pode ser lida aqui, texto do Maurício Stycer.

Sobrou também para o Thiago, parceiro do Pedro. Em praticamente um mês pós-acidente, ele falou com o Fantástico, num domingo, e aqui com o blog, na quarta-feira posterior. E só, mas mesmo assim foi criticado.

Amanhã eu escrevo a respeito do show desta hoje.

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O álbum sertanejo de Moacyr Franco

Moacyr Franco foi entrevistado pela Marília Gabriela, no ano passado, e tocou no assunto “sertanejo”. Apesar de não ter falado de suas várias composições de sucesso nas vozes de duplas, Moacyr citou um disco seu, de 1993, chamado “Inteligência é Loucura”.

Trata-se de um álbum de modas de viola, mas com arranjos diferentes, com presença de instrumentos de orquestra, como ele diz no vídeo abaixo.

No disco “Inteligência é Loucura” estão as canções como “O Milagre da Flecha”, sucesso regravado por diversos sertanejos, com destaque para João Mineiro e Marciano, e “Dia de Visita”, canção marcante na carreira de João Paulo e Daniel.

Com exceção de “O Milagre da Flecha”, todas as outras 9 músicas são no estilo “modas de viola com orquestra”.

Quem tiver curiosidade, esse disco pode ser baixado clicando aqui. Pra quem gosta de moda de música de raiz, talvez os arranjos soem um tanto incômodos, mas não deixa de ser uma ótima curiosidade.

Abaixo, segue as duas canções citadas aqui na postagem.

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Recentemente, no “Viola Minha Viola”, Daniel e Moacyr Franco estiveram juntos cantando “Você Não Morre Mais”, canção do repertório de João Paulo e Daniel composta pelo Moacyr.

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