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Sertanejo no Hopi Hari parece ter futuro; Victor e Leo seguem com língua afiada
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André Piunti

Apesar de a ideia de um festival sertanejo no Hopi Hari ser interessante, o evento andava cercado de desconfiança.

Feriado, tempo muito ruim até quinta-feira, programação alterada no meio do caminho, além do fato de o Hopi Hari ficar no meio da pista, sem nenhuma cidade colada nele, apesar da região populosa.

A primeira noite do “Country in Park”, no entanto, passou uma impressão de que, tendo continuidade, o evento pode virar algo muito grande. As atrações do sábado foram Zezé di Camargo e Luciano, Victor e Leo e Fernando e Sorocaba.

De acordo com a organização do evento, a noite de ontem recebeu 8 mil pessoas. É claro que o número ainda é baixo se tratando de três shows de peso, mas o resultado me pareceu muito mais animador do que frustrante.

Tanto pela transmissão do Multishow quanto no local, a questão visual ficou muito boa, já que se o parque comporta um número bem maior de pessoas, os locais com boa visão para se assistir aos shows pareceram bem justos para as oito mil presentes.

Título do álbum

Hopi Hari

Olhando o Twitter agora que os shows acabaram, me parece que o assunto mais discutido foi o comportamento do Leo, diferente, mais agitado, assim como o show deles, que de fato está mais pra cima. Nos corredores do evento, o assunto mais repercutido vinha da mesma dupla, mas do outro integrante. Victor disse, durante a coletiva, a seguinte frase, publicada aqui: “Não deixaria meus filhos ouvirem a maioria das músicas sertanejas atuais. Pornografia e sensualidade excessiva em canções não é para criança ouvir”.

Tenho algumas opiniões a respeito dos comentários que a dupla anda fazendo em entrevistas desde o ano passado, mas aproveitei pra convidar o Victor pra uma entrevista pra série “Bastidores” pra colocar todo o assunto em pauta. Vamos ver.

Ficou claro, como já era de se imaginar, que o grande desafio do evento é ter sucesso propondo uma forma diferente de diversão, além da música, que não seja bebida, farra ou montaria. Não é fácil, mas os primeiros resultados dão certa esperança.

A noite de domingo terá Thaeme e Thiago, Michel Teló e Luan Santana, todos com transmissão do Multishow. Volto após o encerramento do evento pra fazer um balanço e discutir alguns outros pontos.


Sertanejos nos eventos da Copa de 2014
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André Piunti

No último sábado, o site oficial do Copa de 2014 publicou uma notícia de que a Globo confirmou uma lista grande de artistas que cantarão em eventos realizados durante a Copa do Mundo.

Os artistas citados cantarão nas “Fan Fests”, espaços montados pela FIFA, nas cidades-sede, para que as pessoas que não vão ao estádio se encontrem e assistam juntas aos jogos em diversos telões.

De acordo com a informação, o número de artistas ainda crescerá. Não foi divulgado exatamente qual artista se apresentará em qual cidade (alguns devem se apresentar em mais de uma).

Abaixo, a lista dos confirmados. Em seguida, os locais em que serão montadas as “Fan Fests” (os shows são gratuitos).

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Zezé Di Camargo & Luciano, Carlinhos Brown, Luan Santana, Gusttavo Lima, Naldo, Thiaguinho, Skank, Sorriso Maroto, Claudia Leitte, Capital Inicial, Jorge Ben Jor, Jota Quest, Daniel, Daniela Mercury, Dudu Nobre, Arlindo Cruz, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Paula Fernandes, Diogo Nogueira, Latino, Péricles, Moraes Moreira, Michel Teló, Victor e Leo, Bruno & Marrone, Asa de Águia, Leonardo, Aviões do Forró, NX Zero, Nando Reis, Jammil e Uma Noites.

Locais:

Belo Horizonte – Praça da Estação
Brasília – Esplanada dos Ministérios
Cuiabá – Parque de Exposições
Curitiba – Parque Barigui
Fortaleza – Praia de Iracema
Manaus – Praia da Ponta Negra
Natal – Praia do Forte
Porto Alegre – Largo Glênio Peres
Recife – Marco Zero
Rio de Janeiro – Praia de Copacabana
Salvador – Jardim de Alah
São Paulo – Vale do Anhangabaú  

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Como fica claro, a ideia é de que os eventos sejam populares e democráticos, tem pra todos os gostos. Espero, no entanto, que na hora de pensarem na abertura da Copa, que será transmitida para o mundo todo, não se esqueçam de ser democráticos também.


Hopi Hari terá festival de música sertaneja
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André Piunti

De 30 de maio a 2 de junho, , feriado de Corpus Christi, será realizado, no Hopi Hari, um mega festival sertanejo, chamado “Country in Park”.

Aos que não conhecem, o Hopi Hari é o maior parque temático da América Latina, localizado em Vinhedo-SP, pertinho de Campinas.

A grade de programação trará mais de 30 artistas divididos em palcos distribuídos pelo parque. A ideia é de unir todas as gerações sertanejas no evento, cada uma localizada em palcos ou espaços diferentes. Além das apresentações, há no projeto a “Fan Fair”, ou a “Feira de Fãs”, um local onde serão comercializados produtos relacionados aos artistas.

A realização é da Planmusic, que faz diversos eventos internacionais aqui no Brasil.

Trata-se de um evento exclusivamente de música sertaneja, sem rodeio ou outros atrativos que não a música. Há shows que ainda não podem ser anunciados, mas já se sabe que a mescla de gerações será muito forte, e acredito que vá surpreender muita gente. A parte dos “tradicionais” está sendo fechada ainda.

Torço para que dê certo, claro, mas fica uma grande dúvida em relação ao local. As pessoas vão se deslocar até o Hopi Hari para ver os shows? Vai se gastar dinheiro lá sendo que o rodeio de Americana acontecerá 10 dias depois? Isso sem contar em outros rodeios que acontecerão na região.

De qualquer forma, vale a pena acompanhar.

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Aproveito a postagem para colocar três vídeos. O primeiro deles, é a nova canção do George Henrique e Rodrigo, que voltaram a apostar nas românticas. A canção se chama “E agora?”, composição do próprio George Henrique.

O segundo vídeo é um “teaser” do DVD do Matheus e Kauan, gravado na semana passada, em Goiania. O terceiro é uma canção já postada por aqui, que vai ganhar um gás em algumas rádios a partir da semana que vem: “Eu Duvido”, parceria do João Pedro e Cristiano com o Eduardo Costa.

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George Henrique e Rodrigo – E agora?

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Matheus e Kauan: prévia do DVD

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João Pedro e Cristiano com Eduardo Costa: Eu Duvido


De polêmica em polêmica…
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André Piunti

Não acho legal ficar criando polêmica só por criar, apesar de a prática não ser de hoje. Gosto quando um assunto que você não espera, ou que você espera um pouco de repercussão, supera qualquer expectativa.

Com o desenrolar do caso das Paula Fernandes e dos Testemunhas de Jeová, que começou aqui no blog e rodou os portais até parar na TV, fiquei lembrando de outros assuntos que geraram bate-bocas intermináveis nos comentários. Curiosamente, entre os 4 que mais deram confusão, dois envolvem o nome da Paula.

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A notícia abaixo não tem nada de polêmica, mas qualquer coisa que se falasse da Paula, dava audiência (não mudou muito de lá pra cá). Quando uma pequena barra de ferro caiu no nariz dela e fez um corte, algo sem muita gravidade, em setembro de 2011, surgiu uma legião de anônimos revoltados com ela, mas ninguém soube ao certo explicar o motivo.

O problema foram os palavrões e a forma com a qual algumas pessoas se referiram a ela. Me deu um trabalhão pra moderar os comentários, e mesmo não sendo adepto de proibir, houve excessos que eu precisei banir. Mesmo assim, houve leitor que me mandou email revoltado com alguns comentários aceitos.

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No início de 2011, Lobão disparou, no programa “Pânico”, da rádio, uma série de críticas a artistas teens, aos fãs destes artistas, e ao “sertanejo universitário”. Um de seus principais alvos foi Luan Santana. A entrevista não iria ter tanta repercussão, já que não era novidade o Lobão falar mal de alguém, não fosse o detalhe de o empresário do Luan ironizar as declarações dadas no programa. “Ouvi vc falando mal do Luan… vc sim deve ser um exemplo pela sua história de vida, né? kkkk”. O resto vocês imaginam.

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O assunto abaixo é, sim, polêmico. Quando terminei a entrevista, imaginei que a repercussão seria grande, mas não do tamanho que acabou sendo. Não pensei, no entanto, que fosse virar assunto dentro do meio artístico, já que, segundo boa parte das pessoas, o que ele disse não era novidade pra ninguém.

No caso, também recebi uma série de emails criticando o fato de eu ter dado espaço para que alguém criticasse a música sertaneja, mesmo se tratando de um artista respeitado, como se isso algo muito errado.


Então vamos falar, também, de carnaval
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André Piunti

Não sou da ala que diz não gostar de carnaval, apesar de preferir usar o feriado prolongado para descansar. Quem gosta do sertanejo mais tradicional, faz uma boa seleção de músicas e ouve até cansar. Quem curte a geração nova, tem lugar de sobra pra ir, já que boa parte das grandes festas se rendeu ao sertanejo.

Em meio a tantas participações que os cantores farão nas maiores folias do país, uma me chamou mais a atenção: Edson e Hudson tocarão em pleno sábado no “Camarote Brahma” do Sambódromo de São Paulo, local muito concorrido.

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Quem acompanha os desfiles pela TV, pode esperar algo interessante da última escola da segunda-feira, a Vila Isabel, no carnaval do Rio. Como já comentei aqui, a escola falará sobre o homem do campo. Estive na escola quando o enredo começou a ser desenvolvido para indicar alguns clássicos sertanejos que serviriam como referência para a composição do samba.

O projeto inicial tinha até mais ligação com a música sertaneja, mas o foco foi sendo mudado com o passar dos meses por diversos motivos. Alguns cantores foram sondados, mas sinceramente, não fui atrás pra saber se alguém vai desfilar. “Vazou” uma informação na imprensa durante a última semana dizendo que o Teló poderia surgir tocando sanfona no meio do desfile. Houve uma conversa em relação a isso no ano passado, mas não cheguei a perguntar recentemente se a participação vai acontecer.

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Em 2010, a música “Praieiro”, do Jammil, sucesso que começou no carnaval baiano e tomou festas no país todo, foi a segunda música mais tocada em shows. Ainda hoje, em 2013, há diversas duplas e artistas grandes que mantém a canção em seus repertórios, o que eu, que nunca gostei da música, sinceramente não entendo.

A música tem uma aceitação tão grande entre os artistas (provavelmente porque deve causar uma reação positiva do público) que muitos deles tiram sucessos próprios de três anos atrás do repertório, mas não tiram “Praieiro”.

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E em época de carnaval, tem dupla marcada pelo romantismo que se aventura em fazer algo diferente para aproveitar a situação. Otávio Augusto e Gabriel gravaram, no finalzinho do ano passado, uma música chamada “Copacabana”.


A Veja acertou na matéria sobre música sertaneja?
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André Piunti

Nesta semana, como comentei dias atrás, chegou às bancas a revista Veja que tem a música sertaneja como principal destaque, matéria de capa, dez páginas falando do mercado.

Antes de a revista sair, já havia quem se adiantasse nas críticas. O que é que a Veja, que nos chama de “breganejos” sempre que pode, entre várias outras coisas, pretende com uma capa sobre o sertanejo?

Não condeno quem tenha pensado assim. Falar mal da Veja é esporte também praticado por mim toda vez que leio coisas do tipo. Mas a matéria da semana, como devem ter reparado os que se dispuseram a ler, não tem nenhuma cutucada, nenhuma tiração de sarro, nenhum adjetivo utilizado com a intenção de desprezar os artistas ou a música em si.

A matéria acertou em um ponto fundamental que eu já havia citado no blog em outras ocasiões: não dá pra falar do nosso meio tendo como ponto de partida um artista. Tantas foram as vezes que se pegou o Luan e, a partir dele, tentou-se explicar o mercado. Não dá. Não existe um padrão, não dá pra explicar um Eduardo Costa, por exemplo, a partir de um Luan Santana. O resultado vai ser sempre uma matéria cheia de buracos, como vimos várias vezes nos últimos anos.

Escolhendo Michel Teló, Fernando e Sorocaba, Zezé di Camargo e Luciano e Bruno e Marrone para explicar a música sertaneja de hoje, o autor da matéria, Sérgio Martins, fez duas coisas interessantes: ignorou por completo o arrocha-funk-axé-moderno que se tenta enfiar na música sertaneja, e decidiu apostar na ideia, defendida pela maioria aqui, de que todo o sucesso atual faz parte de uma história antiga, que teve seu boom nos anos 1990, e que segue crescendo (mesmo alguns não concordando em chamar a música atual de “sertaneja”).

Creio que nem todos estejam de acordo com os artistas escolhidos, no blog mesmo já veio gente comentar inconformada com a ausência de determinado nome, mas o resultado final me pareceu positivo. Quando soube que haveria uma matéria assim, meu principal receio foi o de que as coisas ficassem mal explicadas, e todos os leitores da revista “conhecessem” a música sertaneja de uma forma equivocada. Aí seria algo realmente complicado. Mas a realidade é bem aquilo que está escrito na matéria.

Sobre “comemorar” a matéria, discussão que surgiu nos comentários também, acho que não há problema algum. De certa forma, é mais uma conquista.

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Queria só citar aqui alguns dados publicados na matéria. De acordo com levantamento feito pela “Target Group Index”, 47% dos ouvintes de rádio no Brasil, ouvem música sertaneja. Em São Paulo e no interior, o número sobe para 60%.

Muito interessante também é o caso de Salvador: 45%.


Sertanejo na capa da “Veja”.
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André Piunti

A imagem acima não é uma ilusão de ótica, tampouco uma montagem, apesar de causar confusão na cabeça de alguns.

A nova edição da revista “Veja”, que chega às bancas neste sábado, traz uma foto do cantor Sorocaba de costas, e uma chamada com destaque para a palavra “sertanejos” (a imagem acima é um recorte da capa, há outras chamadas na parte superior e uma legenda na parte inferior).

Não li a matéria ainda, então não tenho como ir muito longe nos comentários, mas voltarei logicamente a tocar no assunto assim que eu pegar a revista.

O mercado já sabia que estava pra sair uma matéria na “Veja”, já que ela conversou com pessoas de todas as áreas do nosso meio, mas ninguém imaginava que a reportagem ganharia a capa.

É importante, sim, e é significativo, já que a forma com que a revista costuma tratar a música sertaneja sempre nos incomodou.

A gente discute nos próximos dias.

Abaixo, o autor da matéria, Sérgio Martins, explica a escolha dos artistas entrevistados na matéria.


Entre Tapas e Beijos
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André Piunti

Na última terca-feira, saiu um no UOL uma matéria que eu escrevi contando uma parte da retrospectiva de 2012 da música sertaneja, que a gente decidiu chamar de “Entre Tapas e Beijos”.

Como houve, além de muitos fatos positivos, algumas passagens mais polêmicas, pus na balança alguns acontecimentos.

O resultado completo pode ser conferido aqui.

Abaixo, um trecho da matéria.

O ano de 2012 se encerra para a música sertaneja como um período de consolidação. Sertanejos dominaram os programas de televisão, reforçaram o poder nas rádios e houve ainda quem reafirmasse destaque no exterior, a exemplo de Michel Teló e Gusttavo Lima. O “Camaro Amarelo”, o “Eu Quero Tchu, Eu Quero Tcha” e o “Lê Lê Lê” viraram hits nacionais, cantores investiram em casas noturnas dedicadas ao tema e o estilo musical atingiu uma hegemonia até então inédita.

Por outro lado, contrastando com as marcas positivas, o clima de “paz e amor” tão zelado pelos artistas saiu de cena em alguns momentos por conta de depoimentos polêmicos, desabafos e brigas judiciais que ganharam destaque na mídia. E, assim, mostraram que nem tudo são flores dentro da nova música sertaneja. Relembre os altos e baixos que aconteceram para o gênero em 2012 (continue lendo aqui).


O “Caldas” dos grandes shows e das polêmicas
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André Piunti

No feriado emendado, foi realizada a 7ª edição do Caldas Country Show, ou só o “Caldas”, um dos eventos sertanejos mais importantes da atualidade.

O UOL transmitiu os shows com exclusividade, e um álbum completo de fotos pode ser conferido mais abaixo.

Diversas matérias também vieram de lá, como Paula Fernandes se mostrando alivia após romper com a Talismã, Luan Santana negando que seu namoro seja armação,  Gusttavo Lima explicando o porquê de ter tuitado que o meio sertanejo é cheio de “bajuladores”, e Cristiano Araújo, enfim, comentando o rolo da “Bará Berê”.

Não pude estar presente por estar viajando. Como já é tradição, muita gente aproveitou pra lançar música nova por lá e distribuir CD’s, já que ali estavam reunidos jovens do país inteiro. Vale citar o caso do Israel Novaes, que teve “Vem ni mim, Dodge Ram” lançada justamente no “Caldas” do ano passado, e que esse ano usou a estratégia de bater firme na “Vó, tô estourado“.

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A farra nas ruas da cidade é um caso a ser discutido separadamente. Há inúmeras críticas, quem mexeu um pouco no Facebook no final de semana deve ter lido comentários a respeito de uma cena de sexo registrada em uma rua movimentada da cidade, e sobre a morte de uma jovem, atingida por uma bala perdida. Como os fatos acima aconteceram na cidade durante a realização do evento, há muita gente jogando a responsabilidade sobre a festa. É uma afirmação extremamente discutível, mas apesar de compreender, ainda acho que a culpa é do consumo abusivo/doentio de álcool.

Discussões a parte, é fato que o evento se tornou a grande “farra” da música sertaneja, lembrando muito o que acontecia, antes da série de proibições, na “Avenida 43″, em Barretos. A festa em “Caldas” acabou sendo a única grande opção pra quem gosta de varar a noite ouvindo música sertaneja. Não estive presente, portanto não posso falar dos excessos de forma mais detalhada, mas tendo sempre a defender a festa, que não tem culpa se marmanjo enche a cara de bebida e sai fazendo besteira na rua.


Confira os sertanejos indicados ao Grammy Latino 2012
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André Piunti

Saiu hoje, 25, a lista de indicados ao “Grammy Latino”, premiação que acontece no dia 15 de novembro, em Las Vegas.

Diferentemente do que se esperava, nenhum sertanejo foi indicado a uma categoria com concorrência de artistas internacionais. Por todo o sucesso no final do ano passado e início deste ano, imaginava-se que “Ai Se Eu Te Pego” disputasse como “Música do Ano” ou Michel como “Revelação”.

Ainda falta saber se o cantor se apresentará na premiação, já que o convite costuma acontecer a artistas que se destacaram internacionalmente durante o ano.

Abaixo, os sertanejos que disputam o Grammy Latino 2012:

Melhor Canção Brasileira (prêmio entregue durante a cerimônia principal)

Querido Diário – Chico Buarque
Amor É Pra Quem Ama – Lenine
Ainda Bem – Marisa Monte
Ai Se Eu Te Pego – Michel Teló
A Doida – Seu Jorge

Melhor Álbum de Música Sertaneja (prêmio entregue durante cerimônia que antecede a principal)*

Amor De Alma – Victor e Leo
Na Balada – Michel Teló
Quando Chega a Noite – Luan Santana
Meus Encantos – Paula Fernandes
Acústico na Ópera de Arame – Fernando e Sorocaba
Pra Ser Feliz – Daniel
Chitãozinho e Xororó – 40 Anos – Sinfônico

*No ano passado, João Bosco e Vinícius ganharam na categoria sertaneja, com álbum homônimo.